Quem não se lembra da música: Eu vi um sapo, um grande sapo, estava a papar um bom jantar.... ?
Aqui está o nosso Dom Sapo, Kermit III. Apreciem a sua alteza :)
Bem vindos ao blog da Once upon a time by Ana Campino! Nele poderão encontrar as minhas recentes criações. Caso queiram observar trabalhos mais antigos basta aceder à seguinte página:: www.facebook.com/onceuponatimemydoll . Para quem não conhece o meu trabalho posso dizer que são peças únicas e exclusivas (nunca havendo 2 iguais) feitas com muito carinho ! Esta marca encontra-se registada no INPI. Contactos: anacampino@sapo.pt; marie_cb91@hotmail.com; 917 376 676
domingo, 16 de março de 2014
quinta-feira, 13 de março de 2014
Ratinha Bailarina
Olhem quem veio juntar-se à família!!! A Ratinha bailarina! Até dá vontade de a ver a dançar pelos lindos teatros não é ?
domingo, 9 de março de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
Os Orelhudos
Quem quer uns bonecos lavavéis, que podem ser esticados até mais não (bom não exageremos!) que ainda por cima são únicos e cheios de carinho, com lindos braços prontos para abraçar ???
E foi assim que os meus orelhudos foram criados! Digam lá que esta primeira fornada não saiu um mimo? Hum?
E foi assim que os meus orelhudos foram criados! Digam lá que esta primeira fornada não saiu um mimo? Hum?
E ainda tenho mais uns para vos mostrar ^^ (mas esses ficam para amanhã ;) )
segunda-feira, 3 de março de 2014
Monsieur Moustache
Era uma vez ... O ratinho Monsieur Moustache que cada vez que saia da sua casinha estava sempre nos trinques! A sua cartola, o seu monóculo e o seu grande laçarote nunca podiam faltar à sua vestimenta :)
A Princesa Pele de Asno - Charles Perrault
Outro conto que serviu de inspiração....
A Princesa Pele de Asno:
A Princesa Pele de Asno:
Era uma
vez um rei que possuía uma linda esposa e um belo palácio cheio de riquezas,
inclusive um asno mágico cujas lágrimas eram ouro puro. Um dia sua esposa
faleceu, depois de fazê-lo prometer que só se casaria com uma mulher cuja
beleza e suas qualidades fossem iguais às dela. O rei caiu numa depressão
profunda, até que certa vez sentiu a necessidade de arranjar uma outra esposa.
Ficou claro que a única mulher que faria valer o trato seria sua própria filha.
Ela
resolveu consultar sua fada-madrinha, que aconselhou a fazer exigências
impossíveis, como condição de seu consentimento: um vestido da cor do céu,
outro da cor da lua, outro tão brilhante quanto o sol, e por fim, a pele de seu
asno mágico. A vontade do rei de se casarcom ela era tanta que ele conseguiu
com sucesso todos os presentes exigidos. A fada-madrinha deu a ela um baú
encantado que carregaria todos os seus pertences, e disse a ela que a pele de
asno serviria como um excelente disfarce.
A
princesa fugiu e encontrou logo mais um majestoso engenho onde conseguiu
emprego na cozinha, por causa de sua feia aparência exposta pela pele de asno.
Em dias festivos, ela vestia os finos vestidos que seu pai havia lhe presenteado,
até que um dia, quando o príncipe passava do lado do quarto dela, espiou pelo
buraco da fechadura. Encantado com tal beleza, se apaixonou no mesmo momento,
mas depois adoeceu de saudades, e disse que nada poderia curá-lo senão um bolo
feito pela Pele de Asno. Nada que dissessem sobre o quão suja criatura era ela
o convencia a mudar de ideia.
Enquanto
a Pele de Asno preparava o bolo, um anel seu caiu na massa a ser assada. O
príncipe encontrou o anel e declarou que só se casaria com a mulher cujo dedo
se encaixasse perfeitamente no buraco. Não servia no dedo de nenhuma mulher,
até ele insistir que Pele de Asno tentasse, e seu dedo se encaixou
perfeitamente. Quando ela vestiu seus vestidos finos, os pais do príncipe
reconsideraram a escolha do filho. Mais tarde, Pele de Asno descobriu que seu
pai se casou com uma bela viúva, e todos viveram felizes para sempre.
O resultado final:
A Guardadora de Gansos - Irmãos Grimm
Para quem não se lembra do conto:
Ora aqui está ela a protagonista:
(Reparem no detalhe do lindo ganso ^^)
Num reino muito distante vivia uma velha viúva com a sua
única filha. Embora amasse muito a filha, quando ela atingiu a maioridade,
consentiu o seu noivado com um princípe de uma terra distante, para que ambos
os reinos se unissem, mesmo que a princesa e o príncipe nunca se tivessem
visto.
A princesa partiu então para o reino do seu noivo com um
sumptuoso enxoval, rico em jóias e ouro, e com uma das damas de companhia da
sua mãe. Ambas as raparigas viajavam a cavalo. O cavalo da princesa chamava-se
Falada, porque sabia falar. No entanto, essa capacidade era apenas conhecida
pela princesa.
Na hora das despedidas, a sós nos seus aposentos, a rainha
cortou o pulso com um punhal e deixou cair três gotas de sangue num lenço e
entregou-o à filha, dizendo-lhe para o guardar porque a poderia ajudar na
viagem. As despedidas prolongaram-se - a princesa era muito amada por todos no
reino - até que, ao início da tarde, partiram.
Tinham passado algumas horas quando a princesa sentiu sede.
Viajava sozinha com a dama de companhia e pediu-lhe que lhe trouxesse um pouco
de água. No entanto, a dama replicou que não seria criada dela nem durante nem
após a viagem e que, se a princesa tinha sede, então que fosse ela mesma a ir
buscar água. A princesa nada disse ao ouvir tão seco comentário. Ao debruçar-se
num riacho ali perto, a princesa suspirou de tristeza e, uma voz vinda do lugar
onde trazia o pequeno lenço, disse-lhe: "Se a tua mãe visse isto, o seu
coração partir-se-ia." A princesa voltou para o seu cavalo e nada mais
disse.
Algum tempo depois a princesa sentiu sede de novo e,
esquecendo as palavras duras da dama, pediu-lhe para lhe trazer água. E de novo
a dama lhe respondeu que não seria criada dela. A princesa dirigiu-se ao rio,
que passava por ali, e, perdida nos seus pensamentos, deixou cair o seu lenço.
Não reparou no promenor mas a dama sim. Isso fê-la sentir poder sobre a
princesa, uma vez que esta já não se encontrava sob a protecção da velha
rainha. Assim que a princesa regressou a Falada, a dama exigiu que trocassem de
cavalo e de roupas, para que fosse ela a casar com o princípe. A princesa não poderia
contar nada a ninguém ou seria morta. Esta assentiu e nada mais disse durante
toda a viagem. O único que se mantinha atento e relutante era Falada.
Ao chegarem ao reino, a dama finge-se princesa e todos
acreditam, pois transporta um enxoval e vestuário corresponde ao reino de onde
vinha. A verdadeira princesa é deixada no pátio, junto a Falada. Dentro da
corte, a dama lembra-se de os ver muitas vezes sussurrar um com o outro e, de
imediato, pede ao rei que mate o cavalo, argumentando que estava cheia de dores
por sua culpa. Tinha medo que o cavalo pudesse revelar a farsa. Pediu também
para que encarregassem a "aia" que a acompanhava de um trabalho
qualquer. O rei consente o pedido e manda matar de imediato o cavalo. A
princesa era agora uma guardadora de gansos...
Ao saber que Falada tinha sido morto, a princesa promete ao
talhante uma soma de ouro se ele conservasse a cabeça do cavalo. Como o
talhante gostava da rapariga pendurou a cabeça do cavalo numa das portas da
cidade, a mais escura, por onde a princesa costumava passar sempre que ia
guardar os gansos.
Todas as manhãs ia com Curdken, um rapazito, guardar os
gansos para um prado. Ao passar pela porta, ela e Falada cumprimentavam-se,
ouvindo-se sempre a invariável frase "Se a tua mãe visse isto, o seu
coração partir-se-ia". Ao chegarem ao prado Curdken aproximava-se muito da
princesa, com a intenção de roubar alguns cabelos dourados como o ouro da
delicada cabeleira da sua companheira. No entanto, ela encantava o vento e o
boné que Curdken trazia sempre voava pelos céus fora. A princesa penteava os
seus cabelos em paz e o rapaz só voltava quando ela já tinha terminado a
cabeça.
Um dia, Curdken, farto de tanta correria, dirigiu-se ao rei
e pediu-lhe para arranjar outra pessoa para guardar os gansos com ele. O rei
não entende o pedido e Curdken explica-lhe que acontecem coisas muito estranhas
sempre que ele vai para o prado com a dama da princesa. Ao ouvir o relato, o
rei pede-lhe para ir mais algumas vezes com ela, para que ele pudesse ver a
situação com os seus próprios olhos.
Após ver algumas vezes as idas e vindas do prado, o rei
esperou a princesa na casinha onde ela vivia. Aí perguntou-lhe por que razão
estava sempre infeliz e por que se comportava assim. A princesa baixou os
olhos, dizendo que não podia, de forma alguma contar-lhe, pois estaria a
quebrar um juramento. O rei fingiu-se desanimado, mas, como era realmente
manhoso, disse-lhe para, ao menos, confiar a verdade ao enorme forno de metal
que tinha. Assim que saiu de sua casa, a princesa irrompeu em lágrimas e contou
a sua triste história ao forno. Na verdade, o rei encontrava-se apenas do lado
de fora da porta e, ao ouvir o lamento, o rei agarrou na princesa e levou-a ao
seu palácio. Explicou ao filho o que tinha acontecido, o que muito o alegrou,
pois não gostava da sua noiva. Ao ver a verdadeira princesa, o princípe
comoveu-se com a sua coragem e honra e prometeu vingá-la.
Nessa noite, a princesa jantou junto dos membros da família
real, vestida como a princesa que era. Contudo, a sua dama de companhia não a
reconheceu. O rei decidiu contar a história da princesa, inquirindo os
presentes sobre o castigo a ser atribuído à dama. Esta, que tinha tanto de feia
como de ignorante, não se apercebeu do que se passava, e sugeriu um castigo
horripilante - colocar a pessoa num barril com facas e fazê-lo rolar por todas
as ruas da cidade. O rei anunciou que o seu castigo acabava de ser decidido...
O princípe e a princesa casaram após a sentença ter sido
cumprida.
Ora aqui está ela a protagonista:
(Reparem no detalhe do lindo ganso ^^)
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